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Fintech as a Service: o que é e como acelerar sua operação com essa estrutura

Você já oferece crédito, mas ainda depende de terceiros para operar? Talvez esteja na hora de dar um passo maior e ganhar até 3x mais com autonomia, escala e identidade própria. O mercado financeiro está passando por uma transformação silenciosa, mas poderosa. Segundo um levantamento realizado pela A & S Partners,  no Brasil o número de fintechs passou de 1.158 para 2.048 em 2025. Isso mostra o quanto as fintechs ganharam protagonismo nos últimos anos, oferecendo soluções mais ágeis, digitais e personalizadas. Mas, à medida que o mercado evolui, também surgem novos modelos para acelerar esse processo e um deles é o Fintech as a Service (FaaS). O que é Fintech as a Service (FaaS)? FaaS é um modelo que permite que empresas se tornem fintechs sem precisar construir toda a estrutura do zero. Em vez de investir um valor alto em tecnologia, licenciamento e burocracia, é possível se apoiar em uma estrutura robusta já existente para operar crédito. O termo surgiu no ecossistema internacional na junção de duas palavras em inglês, Financial (financeiro) e Technology (tecnologia) e o As a Service complementando a ideia de que é um serviço contínuo a partir do pagamento de uma assinatura . No Brasil, este serviço ganhou força a partir do avanço das tecnologias financeiras e da regulação mais flexível, especialmente com o crescimento do crédito privado, FIDCs e estruturas como as SCDs (Sociedades de Crédito Direto).Ao contrário dos modelos tradicionais, o FaaS democratiza o acesso ao mercado financeiro, permitindo que correspondentes bancários, varejistas, clínicas, autoescolas, redes de franquias e muitos outros segmentos passem a atuar com mais rentabilidade. FaaS x BaaS: Qual a diferença? Apesar dos nomes parecidos, FaaS (Fintech as a Service) e BaaS (Banking as a Service) têm propósitos e públicos diferentes. O BaaS é ideal para quem quer “plugar serviços bancários” em uma única integração e passar a ter conta digital, emissão de cartões, transferências e até pagamentos por boleto, usando a infraestrutura de um banco parceiro. Já o FaaS é a escolha certa para empresas que desejam se posicionar como fintechs, com total controle sobre sua operação e desejam criar produtos do jeito que sua marca quiser: programas de fidelidade, gestão de risco, análise de crédito própria, entre outros. Principais diferenças Qual devo escolher? Se a sua prioridade é agilidade e você só quer oferecer serviços bancários básicos como conta digital, cartões e pagamentos, o BaaS é a escolha ideal. Se você busca diferenciação e quer construir uma experiência financeira única, controlando cada detalhe, o FaaS é o caminho mais adequado. Benefícios do modelo FaaS Empresas que adotam o FaaS conseguem: Operar crédito com sua marca e estratégia própria Acessar funding diretamente com FIDCs Aumentar significativamente a rentabilidade (até 3x mais do que no modelo tradicional de Corban) Escalar com estrutura segura e compliance regulatório Reduzir custos operacionais e tempo de entrada no mercado O modelo também estimula a inovação e a competitividade no setor financeiro, abrindo espaço para novas soluções customizadas para nichos de mercado. FaaS x Criar uma fintech do zero Criar uma fintech do zero exige: De 12 a 24 meses para regularização e operação Alto investimento em time jurídico, tecnologia, regulação e estrutura Maturidade para acessar fundos e conquistar confiança do mercado Com o FaaS, esse tempo pode ser reduzido para semanas, com um custo mais acessível e suporte estratégico desde o primeiro dia. White Label + FaaS: a combinação perfeita A plataforma white label é o “rosto” da fintech. É a ferramenta digital, com sua marca, que o cliente final enxerga. No modelo FaaS, essa estrutura é integrada e customizável, permitindo que você tenha sua própria operação de crédito com cara de fintech sem ter que desenvolver do zero. Essa combinação de infraestrutura robusta + tecnologia customizável é o que torna o FaaS tão poderoso. Como se tornar uma fintech com a Bankerize? A Bankerize é especialista em transformar empresas em fintechs. Nosso modelo de Fintech as a Service oferece: Estrutura completa (SCD + FIDC) Tecnologia white label pronta para uso Consultoria estratégica personalizada Conexão direta com fundos e originação Compliance e segurança regulatória Você pode sair do modelo tradicional de intermediador (Corban) e se tornar dono da sua operação, com total autonomia para emitir CCBs, operar com FIDC e rentabilizar de forma escalável. O modelo tradicional está se tornando insustentável: margens baixas, pouca autonomia e alto custo operacional. Se sua empresa já origina crédito ou deseja entrar nesse mercado, o modelo FaaS é o caminho mais inteligente para crescer com segurança, escalar com estrutura e transformar sua empresa em uma fintech de verdade.

Crescimento Acelerado das Fintechs na América Latina: Brasil Lidera e Bankerize Impulsiona Empreendedores Visionários

O setor de fintechs na América Latina e no Caribe experimentou um crescimento impressionante de 340% entre 2017 e 2023, segundo um estudo recente. Atualmente, a região conta com mais de três mil startups financeiras, sendo o Brasil o principal destaque. Este crescimento acelerado é impulsionado pela adoção rápida de tecnologias financeiras, refletindo a demanda crescente por serviços financeiros mais acessíveis e inovadores. No Brasil, o ecossistema de fintechs está particularmente vibrante, com startups se destacando em áreas como pagamentos digitais, crédito, e investimentos. O aumento da inclusão financeira e o acesso ampliado a serviços bancários têm sido fatores cruciais para este crescimento. Além disso, políticas de apoio governamentais e investimentos significativos de capital de risco têm alimentado a expansão dessas empresas. As fintechs estão revolucionando o setor financeiro tradicional, oferecendo soluções mais eficientes e orientadas ao cliente. A competição crescente entre essas startups e os bancos estabelecidos está resultando em melhores serviços para os consumidores e pequenas empresas. Este fenômeno não só fortalece a economia digital, mas também promove a inovação contínua no setor financeiro. A Bankerize, uma plataforma especializada, desempenha um papel fundamental nesse cenário ao auxiliar os empreendedores mais visionários na abertura de fintechs. Oferecendo suporte estratégico, consultoria financeira e operacional, a Bankerize contribui significativamente para o crescimento e a consolidação dessas novas empresas.  Ao fornecer uma base sólida para que as fintechs prosperem, a consultoria ajuda a impulsionar ainda mais a inovação e a competitividade no mercado financeiro brasileiro e latino-americano. Com o Brasil na vanguarda deste movimento, o país se posiciona como um líder regional em inovação financeira, atraindo investimentos internacionais e exportando modelos de negócios bem-sucedidos para outros mercados. A perspectiva é de que o crescimento das fintechs continue em ritmo acelerado, impulsionando uma transformação profunda nos serviços financeiros em toda a América Latina e Caribe. Fontes: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2024/06/20/setor-de-fintechs-cresce-340-na-america-latina-e-no-caribe-brasil-lidera.amp.htm

Febraban Promove Padronização das Nomenclaturas em Extratos Bancários a Partir do Dia 8 de julho

A partir do próximo dia 8 de julho de 2024, os bancos associados à Federação Brasileira de Bancos (Febraban) implementarão uma padronização das nomenclaturas usadas nos extratos bancários. Essa iniciativa visa melhorar a clareza e a compreensão das informações fornecidas aos clientes, facilitando a gestão financeira e o entendimento sobre transações e saldos. O principal objetivo dessa mudança é facilitar que os consumidores compreendam melhor as entradas e saídas em suas contas, evitando confusões e promovendo uma maior transparência nas operações bancárias. Com termos e descrições padronizados, os clientes poderão comparar mais facilmente as informações entre diferentes instituições financeiras. Para os consumidores, essa padronização significa uma simplificação na maneira como interagem com suas informações bancárias. Eles poderão entender e verificar suas transações de maneira mais intuitiva e eficaz. Para os bancos, a implementação dessa medida requer ajustes nos sistemas de TI para alinhar todas as operações às novas diretrizes de nomenclatura. A longo prazo, espera-se que essa padronização diminua as dúvidas e reclamações dos clientes relativas à interpretação de seus extratos, melhorando assim a satisfação do cliente e reduzindo os custos com atendimento. A implementação será monitorada pela Febraban, que avaliará o impacto da padronização nas operações bancárias e na experiência dos clientes. Dependendo dos resultados, ajustes adicionais poderão ser feitos para garantir que os objetivos de clareza e acessibilidade sejam plenamente alcançados. Essa iniciativa é um passo importante na direção de um sistema financeiro mais transparente e acessível, alinhando os bancos brasileiros com práticas internacionais de clareza na comunicação de informações financeiras. A padronização das nomenclaturas em extratos bancários é um exemplo de como a regulamentação e a cooperação no setor podem levar a melhorias significativas para os consumidores. Fonte: https://www.infomoney.com.br/minhas-financas/bancos-associados-a-febraban-padronizarao-nomenclaturas-em-extratos-a-partir-do-dia-8/

Tokens RWA Revolucionam o Mercado Financeiro Brasileiro

A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) destacou recentemente a importância dos tokens de ativos do mundo real (RWA) na transformação digital do mercado financeiro no Brasil. Com a evolução constante da tecnologia blockchain, os RWA estão emergindo como catalisadores de mudanças significativas no setor financeiro global e nacional, prometendo revolucionar a forma como percebemos e interagimos com investimentos tradicionais. A tokenização de ativos reais envolve a digitalização de direitos de propriedade de ativos tangíveis, como imóveis, obras de arte, dívidas e ações, conectando-os à blockchain. Isso permite a negociação de frações desses ativos de forma transparente e eficiente, democratizando o acesso a investimentos antes inacessíveis e aumentando a liquidez e eficiência do mercado financeiro​. No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já reconheceu que os tokens RWA podem ser considerados valores mobiliários a partir de determinados valores, necessitando, portanto, de autorização para sua emissão. Esta regulação é essencial para garantir a segurança e transparência nas transações envolvendo esses ativos tokenizados​. Além disso, o Banco Central do Brasil está desenvolvendo o Drex, uma moeda digital que visa habilitar a economia dos tokens RWA no país. O Drex será integrado ao sistema financeiro digital brasileiro, utilizando contratos inteligentes para assegurar transações seguras e eficientes​ ​. A adoção de RWA oferece várias vantagens, incluindo a redução dos custos associados à emissão e negociação de instrumentos financeiros, como dívidas e ações. A tokenização permite que empréstimos e títulos sejam divididos em tokens digitais, tornando-os mais acessíveis a investidores de todos os tamanhos, aumentando a liquidez do mercado e promovendo a inclusão financeira. No setor imobiliário, por exemplo, a tokenização facilita a compra de frações de propriedades, democratizando o acesso a investimentos imobiliários​ ​. Além das vantagens financeiras, a tokenização de RWA promete transformar a maneira como transferimos a propriedade desses ativos. Através do blockchain, a transferência de propriedade se torna mais eficiente, transparente e segura, eliminando a necessidade de processos demorados e custosos, muitas vezes intermediados por cartórios. Essa capacidade de facilitar a transferência de propriedade e competir com os sistemas tradicionais de registro é um dos aspectos mais disruptivos dessa tecnologia​ ​. Apesar das inúmeras oportunidades, a tokenização de ativos reais enfrenta desafios, como a necessidade de regulamentações claras e a educação dos investidores sobre os riscos e oportunidades associados a esses novos tipos de ativos. A integração desses tokens com o sistema financeiro nacional, incluindo o PIX e o Open Finance, é um passo importante para a criação de um ecossistema financeiro mais inclusivo e eficiente​. Em resumo, a tokenização de ativos do mundo real está configurada para transformar o mercado financeiro e o acesso a ativos físicos no Brasil e no mundo. À medida que avançamos para um futuro digital, podemos esperar uma crescente adoção dessas tecnologias inovadoras, criando novas oportunidades para investidores e empresas. Fontes: https://br.cointelegraph.com/news/rwa-tokens-are-a-revolution-and-will-boost-the-market-by-1-000-says-expert https://exame.com/future-of-money/rwa-como-os-ativos-do-mundo-real-vao-transformar-o-mercado-financeiro-e-a-sociedade https://br.cointelegraph.com/news/binance-research-shows-rwa-tokens-could-rise-20-000-to-hit-16-trillion-by-2030 https://br.cointelegraph.com/tags/blockchain

Bitcoin Despenca: Queda Acumulada de 6% na Semana Preocupa Investidores

O Bitcoin enfrenta uma fase de baixa significativa, registrando uma queda acumulada de 6% na última semana. Essa tendência descendente é influenciada por vários fatores que têm gerado preocupações entre os investidores e analistas de mercado. Um dos principais fatores é o elevado fluxo de saída de recursos dos fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin, que anteriormente ajudavam a sustentar os preços da criptomoeda. O Grayscale Bitcoin Trust (GBTC), um dos maiores ETFs de Bitcoin, viu um grande volume de liquidações, especialmente após a conversão do fundo fechado para um ETF à vista. Essa mudança permitiu que os investidores resgatassem suas cotas sem o desconto significativo que prevalecia anteriormente. A FTX, corretora de criptomoedas que entrou em falência em 2022, liquidou mais de US$1 bilhão em bitcoins do GBTC para pagar seus credores, aumentando ainda mais a pressão vendedora sobre o mercado​​. Além disso, a crescente correlação do Bitcoin com os mercados tradicionais, como o Nasdaq, tem amplificado a volatilidade. Os investidores estão demonstrando maior aversão ao risco devido aos temores de aumentos mais agressivos nas taxas de juros para conter a inflação global. Esse comportamento tem levado à liquidação de posições em Bitcoin, contribuindo para a queda nos preços. Analistas observam que, após o Bitcoin perder o suporte de US$44 mil, o mercado acelerou a queda, retornando para a região de consolidação do primeiro trimestre do ano​​. Eventos macroeconômicos também desempenham um papel crucial na recente volatilidade do Bitcoin. Decisões iminentes do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) dos EUA e dados mensais sobre o emprego são fatores que podem acelerar ou inverter a tendência atual. Historicamente, maio tem sido um mês volátil para o Bitcoin, com registros de quedas significativas nos últimos anos. Segundo analistas, a média de declínio do Bitcoin em maio, nos últimos três anos, foi de 20%​. Em meio a esse cenário, especialistas estão cautelosos sobre o futuro imediato do Bitcoin. Embora haja um suporte próximo aos US$37 mil, rompê-lo pode levar a quedas ainda mais acentuadas. A perspectiva é de que a pressão vendedora continue até que as liquidações nos ETFs, especialmente no GBTC, sejam concluídas​. Fontes: https://br.cointelegraph.com/news/bitcoin-price-today-05-01-2024-btc-plummets-to-us57-000-and-begins-may-down-6 https://www.infomoney.com.br/mercados/bitcoin-em-queda https://einvestidor.estadao.com.br/criptomoedas

Oportunidades de crescimento com o BaaS regulamentado: Como a Bankerize pode ajudar sua fintech a deslanchar

Com a iminente regulamentação do Banking as a Service (BaaS) pelo Banco Central, o mercado financeiro brasileiro passa por uma transformação que apresenta tanto desafios quanto grandes oportunidades. O BaaS regulado vai garantir um ambiente mais seguro e transparente, tanto para as fintechs quanto para os consumidores. Para as fintechs que se prepararem adequadamente, essa regulação pode ser a chave para um crescimento sustentável e competitivo. Novas Oportunidades no Cenário Regulamentado Com regras claras e maior supervisão do Banco Central, o BaaS permitirá que fintechs ofereçam serviços financeiros personalizados de forma mais segura. Isso inclui a emissão de cartões, abertura de contas digitais e até mesmo novos modelos de pagamentos automatizados, como o Pix Automático, previsto para 2025. Fintechs que estiverem prontas para se adequar a essa regulação terão a oportunidade de se destacar no mercado, ganhando a confiança de consumidores e investidores. A Bankerize: Estruturando Fintechs para o Sucesso A Bankerize, especialista na estruturação de fintechs, está preparada para ajudar empresas a navegarem nesse novo cenário regulatório. Ao oferecer uma abordagem completa para o desenvolvimento de fintechs, a Bankerize facilita o processo de conformidade com as novas normas do Banco Central. Além disso, a empresa foca em soluções de infraestrutura que permitem que fintechs lancem seus produtos financeiros de forma ágil e segura, maximizando as oportunidades de crescimento trazidas pela regulamentação do BaaS. Com a regulação, o mercado BaaS será mais competitivo, e fintechs que se estruturarem adequadamente estarão na linha de frente da inovação financeira no Brasil. A Bankerize está pronta para guiar sua fintech nesse caminho, oferecendo expertise e infraestrutura para garantir que sua empresa esteja preparada para os desafios e as oportunidades desse novo cenário. Fontes: Finsiders Brasil, Agência Brasil

Transformando Negócios em Fintechs

A Bankerize é especializada em ajudar empresas a se tornarem fintechs, guiando todo o processo de transformação digital. Sua abordagem vai além de simples recomendações; trata-se de um trabalho estruturado para compreender o modelo de negócio da empresa, seus objetivos e os mercados que pretende atingir. Entendimento do negócio e planejamento estratégico O primeiro passo da Bankerize é entender profundamente o modelo de negócio da empresa, suas operações atuais, e as oportunidades de integração de serviços financeiros. Cada projeto começa com uma análise estratégica para identificar o posicionamento da empresa no mercado e traçar o caminho mais eficiente para se transformar em uma fintech. Essa avaliação inicial é essencial para que a empresa entenda como pode agregar valor aos seus clientes e diferenciar-se no cenário competitivo. Desenvolvimento de soluções financeiras personalizadas Uma vez que a estratégia é definida, a Bankerize auxilia no desenvolvimento de soluções financeiras personalizadas, como plataformas de pagamentos, emissão de cartões, ou concessão de crédito. O foco é garantir que os produtos financeiros sejam viáveis, escaláveis e alinhados com as necessidades dos clientes. Para isso, a consultoria trabalha com tecnologias modernas e práticas de inovação, ajudando a empresa a criar uma experiência de usuário fluida e eficiente. Conformidade regulatória e estruturação operacional Transformar-se em uma fintech exige a adaptação a um ambiente regulatório rigoroso e específico. A Bankerize atua no processo de compliance, orientando as empresas sobre todas as exigências legais e regulatórias necessárias para operar no setor financeiro. Além disso, auxilia na estruturação de operações financeiras eficientes, integrando tecnologia, processos e segurança para garantir o funcionamento adequado e a conformidade do negócio. A proposta da Bankerize é apoiar a empresa ao longo de toda a jornada de transformação para o modelo fintech, oferecendo uma abordagem consultiva que vai além dos aspectos técnicos. O objetivo é promover uma evolução que seja abrangente, incluindo processos, tecnologia e cultura, para que a empresa possa operar de forma mais ágil e competitiva no cenário financeiro atual. Ao trabalhar com um time multidisciplinar e experiente, a Bankerize oferece uma jornada completa para negócios que desejam inovar, criar valor para seus clientes e se destacarem no cenário digital financeiro. Leia também: Bankerize: Estruturando Fintechs para o sucesso no mercado financeiro digital Por Redação.

Bankerize: Estruturando Fintechs para o sucesso no mercado financeiro digital

O universo das fintechs está em plena expansão, oferecendo inovações e oportunidades transformadoras para empreendedores e empresas que desejam atuar no setor financeiro. No entanto, lançar uma fintech de sucesso vai além de uma boa ideia. Exige uma sólida estruturação tecnológica, regulatória e de modelo de negócio para competir no mercado. É aqui que a Bankerize, uma estruturadora de fintechs, entra como uma parceira estratégica essencial para quem deseja ter uma fintech de destaque. O que a Bankerize pode fazer por você? A Bankerize oferece um conjunto completo de serviços voltados para empreendedores e empresas que querem ingressar ou expandir suas operações no setor fintech. Esses serviços incluem desde a concepção inicial da ideia até a implementação de soluções tecnológicas e regulatórias, garantindo que a nova fintech atenda a todas as exigências de mercado e legislação. Um dos grandes desafios ao criar uma fintech é garantir que ela opere de acordo com as regras do mercado financeiro brasileiro. A Bankerize ajuda a estruturar toda a parte legal e regulatória para que sua fintech funcione de maneira segura e esteja sempre em conformidade com as normas vigentes. Isso inclui orientar desde os requisitos básicos até as licenças necessárias para atuar de forma adequada, permitindo que sua empresa opere sem riscos desnecessários e com total segurança. A inovação é o coração das fintechs. A Bankerize apoia os empreendedores no desenvolvimento de modelos de negócio que rompam novos caminhos, seja na área de pagamentos digitais, empréstimos, investimentos, tokenização de ativos ou até mesmo na criação de bancos digitais. Ela pode trabalhar também com uma consultoria estratégica para que cada modelo proposto seja escalável e financeiramente viável, além de atender às necessidades do mercado-alvo.Essas tecnologias garantem que a fintech tenha a base técnica necessária para realizar transações com segurança, escalar rapidamente e oferecer uma experiência de usuário de ponta. Além de toda a estrutura regulatória e tecnológica, a Bankerize atua como consultora estratégica, auxiliando na análise de viabilidade financeira, na captação de recursos e na gestão de riscos. A equipe da Bankerize oferece soluções para otimizar a gestão do capital de giro, planejamento financeiro e estratégias de crescimento sustentável. Fintechs e o futuro com o Drex Com a chegada do Drex, a moeda digital do Banco Central, a Bankerize está pronta para preparar fintechs que desejam operar nesse novo cenário. A integração de ativos tokenizados e contratos inteligentes ao mercado financeiro exige que as fintechs estejam tecnologicamente preparadas para oferecer suporte especializado para que fintechs possam se beneficiar dessa revolução digital, otimizando transações e criando novos produtos baseados em blockchain e inteligência artificial​. A Bankerize é a sua parceira na estruturação da sua fintech Se você deseja estruturar uma fintech ou ampliar as operações de sua empresa no setor financeiro digital, a Bankerize é a parceira ideal para ajudar a construir um modelo de negócios inovador e competitivo. Com expertise em regulação, tecnologia e estratégia, ela transforma boas ideias em fintechs sólidas e preparadas para crescer no dinâmico mundo do mercado financeiro. Com a Bankerize, o sucesso da sua fintech começa com uma estrutura bem desenvolvida, escalável e preparada para as inovações do futuro.

Brasil Retira R$23 Milhões de Fundos Cripto em uma Semana: O Que Está Por Trás Dessa Tendência?

Na última semana, o mercado de criptomoedas no Brasil viu uma movimentação intrigante: investidores retiraram R$23 milhões de fundos de criptomoedas. Esse movimento ocorre mesmo após um mês de maio com saldo positivo, totalizando US$2 bilhões em entradas líquidas globalmente. A pergunta que fica é: o que está impulsionando essas retiradas em meio a um cenário global aparentemente otimista? Os dados da CoinShares mostram um cenário misto no mercado global de criptomoedas. Enquanto os fundos da Grayscale Investments enfrentaram saídas líquidas significativas de US$1,24 bilhão, os fundos iShares da BlackRock lideraram as entradas com depósitos de US$2,48 bilhões. Este contraste destaca um mercado em constante realocação de recursos entre diferentes ativos e estratégias, com investidores buscando maximizar seus retornos em meio à volatilidade. Apesar das retiradas recentes, o mercado brasileiro de criptomoedas mostrou uma notável resiliência. Durante o mês de maio, o Brasil registrou entradas líquidas consideráveis em fundos de criptomoedas, com destaque para os fundos focados em altcoins como Solana e Cardano, que atraíram R$53 milhões e R$15 milhões, respectivamente. Esses dados indicam que, mesmo com a volatilidade e as retiradas pontuais, há uma confiança geral no potencial de longo prazo das criptomoedas. Um aspecto interessante observado pela CoinShares é a diversificação das estratégias de investimento. Enquanto fundos ligados ao Bitcoin viram saídas, fundos expostos a outras criptomoedas, como Solana, Cardano e Chainlink, registraram aumentos significativos em ativos sob gestão. Esse comportamento sugere que os investidores estão buscando novas oportunidades dentro do universo cripto, diversificando suas carteiras para mitigar riscos e potencializar ganhos. A dinâmica do mercado de criptomoedas continua a ser influenciada por uma série de fatores, incluindo regulamentações, avanços tecnológicos e o sentimento dos investidores. A continuidade das entradas líquidas em maio, apesar das retiradas pontuais, pode ser vista como um sinal positivo de confiança no setor. Para os investidores, a chave está na diversificação e na atenção às tendências emergentes. Com uma abordagem estratégica, é possível navegar a volatilidade do mercado e capitalizar as oportunidades que surgem. Fontes:https://br.cointelegraph.com https://exame.com https://portaldobitcoin.uol.com.br

Elevação das Projeções do IPCA para 2025 Gera Preocupação no Copom, Diz Economista Caio Megale

A recente elevação nas projeções do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2025 tem causado desconforto no Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. De acordo com Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos, a alta nas expectativas de inflação é um motivo de preocupação, embora ele não preveja variações significativas nos indicadores nos próximos dias, diferentemente do que foi observado na semana passada. Segundo o Boletim Focus, divulgado pelo Banco Central, a projeção do IPCA para 2025 subiu de 3,60% para 3,64%​ ​. Essa revisão reflete uma desancoragem das expectativas de inflação, possivelmente influenciada por mudanças nas metas fiscais e um menor rigor nas contas públicas. Além disso, a projeção para 2024 também foi ajustada ligeiramente para cima, de 4,00% para 4,20%​. Essa situação coloca o Copom em uma posição delicada, especialmente considerando que a meta de inflação para 2025 é de 3,00%, com uma margem de tolerância entre 1,50% e 4,50%​. A elevação das expectativas de inflação para 2025 e 2026 reforça a necessidade de uma postura mais vigilante por parte do Banco Central para manter as expectativas ancoradas e garantir a estabilidade econômica​​. Na reunião do Copom, prevista para esta semana, essas novas projeções serão consideradas cuidadosamente. As projeções oficiais do Banco Central para a inflação são de 3,5% para 2025 e 3,2% para 2024. Essas estimativas, ainda que acima do centro da meta, estão dentro do intervalo de tolerância, mas a recente alta nas expectativas do mercado financeiro pode influenciar as decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic​ ​. Para Caio Megale, a elevação nas projeções do IPCA para 2025 é preocupante, mas ele acredita que não haverá grandes alterações nos indicadores nos próximos dias. A situação exige atenção contínua do Copom para garantir que as expectativas de inflação não se desancorem ainda mais, preservando assim a credibilidade da política monetária do Banco Central. Fontes: https://exame.com/economia/boletim-focus-expectativa-mercado-2/ https://conteudos.xpi.com.br https://www.opovo.com.br/noticias/economia/2024/03/19/em-dia-de-copom-ipca-para-2024-sobe-de-377-a-379-e-para-2025-de-351-a-352-diz-focus.html